Na anatomia o coração é o órgão central da circulação sanguínea, no entanto, no sentido figurado o coração remete-nos para o centro das emoções, para a sensibilidade, para os sentimentos altruístas como a generosidade, a piedade e a compaixão.
Para os ditos "insensíveis" (pessoas que intelectualizam as emoções) não passa do músculo que bombeia o sangue que nos corre nas veias. Não deixa de ser verdade, mas pessoalmente apraz-me pensar que o coração por cumprir a sua função primária e essencial à vida humana, nos dá muito mais do que nos manter vivos. Tenho quase a certeza que os cientistas e médicos discordam de mim, mas eles que me perdoem por pensar que é de facto o meu "coração mole" que me faz comover ao ver um filme "lamechas", que me permite amar, dar, ser generosa, altruísta, ter sensibilidade e todas as outras características que daí advêm.
As pessoas só têm a ganhar em explorar o seu "coração", porque um dia o nosso corpo transformar-se-á em cinzas, porém as acções e a forma como tocamos a vida das outras pessoas permanecerá muito para além de desvanecermos.
Eu tenho muito orgulho em "ter Coração" (ser compassiva, benevolente,sincera,amiga manteiga derretida, etc.).
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