domingo, 22 de maio de 2011

Feche os olhos…
Consegue ter a mesma certeza sobre a vida quando eles estavam abertos?
Quantas pessoas buscam tantos sonhos?
Acreditar de novo. Seja em uma amizade que, por mais que você goste de uma forma ou de outra, acaba sempre se afastando Seja por um amor que você tenta mudar. Ou seja por você mesmo.
Quantas noites já despertou com a companhia apenas do anjo da guarda e sentiu falta de alguém? Mas como reconhecer uma ilusão quando a realidade se parece muito com a sua vida? Como desconfiar do obvio se ele é tão obvio?
Vamos sempre estar nos perguntando se devemos ou não confiar nas coisas que sabemos que não se deve fazer ao mesmo tempo que acreditamos que precisamos?
Iludir-se por amor às vezes é mais comum do que acreditar em uma promessa feita por alguém que jamais lhe deu as costas. Mas quando o Mundo em que você acreditava cair sobre suas convicções ou quando o tempo que você contratou para resolver os problemas que você não teve coragem para resolver não for suficiente, vai desejar que a distância esteja mais perto de seus ideais.
Quantas pessoas você conhece que já se arrependeram de alguma coisa em sua vida? Quantas pessoas você conhece que já acreditaram, por mais de uma vez, em uma decepção que você avisou que não iria longe?
Nesse Mundo em que nem sempre os melhores são aqueles que vencem ou em que os mais fortes são aqueles que lutam, a verdade e a mentira andam lado a lado da inocência de um sorriso. Mas quando o coração buscar respostas para as perguntas e quando a dor que aperta o peito com lembranças e saudades de uma pessoa que você nunca viu começar a tomar conta dos poucos intervalos que suas responsabilidades a conduzem, vai acreditar que a realidade de uma ilusão pode, às vezes, ser mais intensa do que a ilusão de uma realidade.
Por isso nunca diga que foi uma ilusão o motivo de suas lágrimas. Diga apenas que o motivo foi real e transforme as lágrimas em apenas ilusões.

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