terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Ah! Meus amigos!

Entram em minha vida sem me pedir licença.
Entram nos meus sentimentos sem a menor cerimônia.

Instalam-se confortavelmente no meu peito, sem me dar chance de dizer: Não.
Ocupam um lugar imenso. Conquistam meu maior afeto...
Que se não é o maior do mundo, é do tamanho do meu coração.

Ah! Meus amigos, meus queridos amigos...

Nem sempre os tenho comigo, mas sempre os carrego comigo, por todo tempo e lugar.
Eu os vejo numa vitrine em alguma peça que os lembre... os ouço em outras pessoas que lembrem seu modo de falar.
Eu os sinto perto de mim mesmo quando não estão... os lembro nas ondas do rádio ao som de alguma canção.
Pode ser em alguma festa... Numa praia... Num passeio qualquer.
Às vezes em alguma data... um filme... uma foto... um cartão.
E assim, desse jeito, de uma forma ou de outra... os mantenho ao meu lado.
Eu os carrego em meu peito - nesse espaço perfeito destinado aos amigos... - Um lugar reservado às pessoas que eu amo. No aconchego sagrado do meu coração.

Ah! Meus amigos... meus queridos, diletos e amados amigos!

Que não são muitos... que não são tantos... nem são tão poucos.
Que não são anjos e não são santos; nem de todo sãos, nem de todo loucos... Mas são amigos... Os meus amigos... me basta isso.
São tão leais... Tão fiéis... Tão verdadeiros...
São jóias raras, são prendas caras que nenhum dinheiro atingiria o seu valor.
Não tenho tanto... Não tenho muito... Não tenho nada para oferecer...

Mas tenho tudo de que preciso: Eu tenho amigos...
E tendo amigos , eu tenho o bem mais precioso, que me alegra e dá sentido ao meu viver.
E os meus amigos sempre terão a mim e o meu amor.
Ah, meus amigos! Meus queridos, diletos e amados amigos!

Vocês nem imaginam... Mas, por vezes conversam comigo, no silêncio do meu pensamento, e me dizem exatamente aquilo que estou precisando ouvir.
Cada qual ao seu modo, cada um com seu jeito, vai ditando em meu peito em suaves batidas... os conselhos que certamente eu iria pedir.
Outras vezes sou eu quem converso em silêncio e lhes confio os segredos do meu coração...

E aí imagino a possível resposta; a reação mais provável de cada um de vocês... e obtenho em pensamento cada opinião.

Ah! Meus amigos... meus verdadeiros amigos... meus queridos, diletos, amados e eternos amigos!
Pessoas que eu amo e que certamente me amam também...

Não importam as distâncias; não importam as ausências; não importam os anos... não importam as diferenças... que os acasos da vida nos possam estabelecer.

Quando a amizade é sincera, o sentimento é mais forte e tudo supera.
E, amigos verdadeiros são dádivas divinas... São presentes de Deus para nos ajudar a viver.

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